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Segunda-feira, 27/5/2013
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19h15 |
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Lucro de 100% com pares de sapatos já desgastados, em Maceió
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Imagem / Maikel Marques |
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Vitrine de loja de sapatos recondicionados, no bairro do Jacintinho |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Deparei-me, dias atrás, com o comerciante Cícero dos Santos, revendedor de sapatos velhos em ponto do bairro do Jacintinho, Maceió, quando apurava informações para reportagem sobre a força da Economia Popular.
No texto, publicado no caderno de Economia da Gazeta de Alagoas, edição deste domingo, explico a dinâmica do rentável negócio, alimentado pelos calçados que muita gente de bem resolve descartar.
É simples. Muito simples. "O par que compro por R$ 7,00 reais é revendido por R$ 15 ou R$ 20, depois da reforma", explicou-me Cícero dos Santos, que criou quatro filhos com o funcionamento de sua "loja".
Importante destacar que a maioria de seus clientes (garçons, pedreiros, etc) têm renda considerada muito baixa. Os beneficiários do Bolsa Família estão entre os principais compradores dos calçados.
Acima, imagem da vitrine da loja do Cícero dos Santos.
Estou no Twitter: @maikelmarques
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País capitalista! Bom, mas quem disse que pra andar na moda precisa ter muito dinheiro? Gostei! |
Márcia Ferreira
Limoeiro de Anadia - AL
Líder Tupperware
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Segunda-feira, 13/5/2013
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15h18 |
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Preço do queijo continua elevado, em supermercados de Maceió
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Imagem / Maikel Marques |
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Em supermercados da capital, preços elevados para pacotes de meio-quilo |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Reflexo da estiagem prolongada no semi-árido alagoano, o preço do quilo de queijo continua nas alturas. Supera os R$ 25 reais, em média.
Dias atrás, quando fazia compras para as refeições da semana, deparei-me com pacotes contendo pouco mais de meio quilo cada um.
Caríssimo o produto que custava, algum tempo atrás, pouco mais de R$ 12 reais o quilo. Mesmo assim, paguei caro para tê-lo à mesa.
Sou felizardo, reconheço. Certo também estou que milhares só devem voltar a consumi-lo daqui a mais alguns longos meses.
Isso quando houve queda nos preços, hoje atrelados à produção de leite. E leite em abundância continua sendo uma raridade em Alagoas.
E você está consumindo muito ou pouco queijo?
Estou no Twitter: @maikelmarques |
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Domingo, 28/4/2013
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08h14 |
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Alagoano faz a feira no varejo, no atacado e também no 'atacarejo'
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CÍCERO PÉRICLES ANALISA LIGEIRO CRESCIMENTO DAS VENDAS POR ATACADO NOS SEGMENTOS C E D DE CONSUMO |
Imagem / Divulgação/Ufal |
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Professor Cícero Péricles: atacados beneficiam varejo de pequeno porte |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
A constatação de que 60% dos domicílios urbanos estão enquadrados nos segmentos C e D de consumo (renda familiar entre um e dez salários mínimos) explica por que atacadistas nacionais e internacionais instalaram unidades em Maceió e Arapiraca.
Em expansão, esses negócios facilitam a vida do pequeno empreendedor, que desfruta de preços mais baixos para abastecer seu negócio, mas também são alternativa ao consumidor consumidor final, que consegue descontos gigantescos em gêneros alimentícios.
Na Gazeta de Alagoas deste domingo, vocês podem ler reportagem sobre o assunto. Os textos estão publicados no caderno de Economia, editado pelo Carlos Nealdo. Abaixo, a íntegra de entrevista com o economista Cícero Péricles sobre o avanço dos "atacarejos" em Alagoas.
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1) Atacados atraem consumidores
2) Foco são as famílias das classes sociais C e D
3) Ceasa aparece como opção popular
4) Localização é estratégia de atacadistas
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Que justifica a instalação de atacadista em Maceió e em Arapiraca?
Cícero Péricles - A riqueza de seu mercado consumidor e o rápido crescimento do varejo de pequeno porte. Essas duas cidades juntas detêm 55% da população e 60% do PIB de Alagoas. O “atacarejo” é uma das formas de comercialização adotada que oferece, por um lado, a venda direta de produtos a preço baixo para o comprador final, e, por outro, a venda em grande quantidade para a revenda no pequeno comércio. Essa forma necessita de um mercado amplo, próximo de suas instalações, que atraia tanto os consumidores dos supermercados e mercadinhos como os pequenos empresários que compram em grosso, em quantidades acima das adquiridas pelas famílias. Maceió é Arapiraca são duas cidades com essas características.
Que benefícios estes negócios proporcionam ao cenário econômico?
Cícero Péribles - No momento do investimento, esse empreendimento gera empregos e renda na área de implantação, mas, depois de pronto, ele tem aspectos contraditórios. Como são empresas que vêm dos centros maiores, mais ricos e mais dinâmicos, do Sudeste principalmente, têm vínculos sólidos, formados há bastante tempo com as grandes indústrias produtoras de alimentos e bebidas, material de higiene e limpeza, eletrodomésticos e outros produtos de consumo popular. Por isso, ao tempo que melhora a rede de comercialização local, ampliando os serviços e oferecendo novos produtos, eles diminuem as possibilidades do setor produtivo estadual, principalmente das indústrias de alimentos, que não apresenta condições de competir com os gigantes do Sudeste.
O crescimento da renda - e da classe C também - contribui para os investimentos nestes negócios?
Cícero Péricles - Em Alagoas, mais de 60% dos seus domicílios urbanos estão nos chamados segmentos C e D de consumo. São eles que dão o ritmo no varejo local. No consumo direto do atacarejo, é essencialmente esse público, a classe C, cuja renda familiar fica entre 2 e dez salários mínimos, mais o segmento D (que ganha entre 1 e dois salários mínimos), que freqüenta esse tipo de estabelecimento. O outro público, os intermediários ou empreendedores que adquirem produto para seus pequenos negócios, é formado por um segmento heterogêneo, desde o dono do “cachorro quente” ambulante até a lanchonete de bairro, passando pela pequena mercearia ou bar popular.
Este tipo de negócio afeta o supermercado tradicional? Ou apenas acirra a concorrência?
Cícero Péricles - Eles exercem uma forte pressão na rede comercial existente, tanto as grandes redes de supermercados como o varejo popular, localizados nos bairros mais pobres. Por um lado, ele institui uma forma de atendimento com o mínimo de contato entre cliente e funcionários, quase um auto-atendimento, baixando os custos com mão de obra, tornando mais rápido o processo de venda; por outro lado, como vendem em grande quantidade eles podem apresentar preços mais baixos, que chegam a 10% a 30% mais baratos aos ofertados pelas cadeias de supermercados e mercadinhos, fenômeno que está diretamente ligado ao processo muito eficiente de propaganda feito por estas empresas nos novos locais instalados. Ou seja, de um lado pressiona a modernização dos canais de comercialização e, por outro, pressiona pelo preço ofertado.
As feiras-livres podem ser afetadas por causa dos atacadões, ou atacarejos?
Cícero Péricles - As feiras livres são afetadas por um novo concorrente que apresenta, simultaneamente, preço baixo, variedade de produtos, localização estratégica, próxima dos bairros populares e de seus conjuntos habitacionais, como são os casos de Maceió, na parte alta, uma área em expansão e, em Arapiraca, as margens da rodovia AL-220, com ampla conexão com a cidade e municípios vizinhos; conforto do estacionamento e segurança e, até mesmo, um horário de funcionamento que amplia as possibilidades de venda no momento em que as feiras estão fechadas. As formas modernas de pagamento, como os cartões também são vantagens para esses empreendimentos que, diferentemente das feiras que trabalham mais com o dinheiro, aceitam todos os tipos de cartões, desde os de crédito e débito mais famosos até o seu próprio, o da fidelidade.
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Segunda-feira, 22/4/2013
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15h15 |
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Quilo da farinha de mandioca sobe mais 400%, em Alagoas
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Imagem / Maikel Marques |
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Reprodução de página com reportagem sobre o preço da farinha |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Sertanejo que sou, habituei-me a misturar farinha de mandioca ao arroz com feijão, embora nem sempre o faça nos dias atuais.
Quando frequentava as feiras-livres de Batalha e Santana do Ipanema, no Sertão, deparava-me com farinha naquele precinho.
Nos comércios populares, o quilo da iguaria não superava os R$ 1,50. Nos supermercados, a gente pagava um pouquinho a mais.
Na última quinta, quando cumpria pauta para a Gazeta de Alagoas, a farinha mais barata com que me deparei custava R$ 4,00 o quilo.
Ao lado do saco cujo quilo custava R$ 4,00, havia farinha de R$ 6,00 reais. Ou seja: muito mais cara do que o quilo de arroz.
Qual a causa da carestia? Esperteza dos comerciantes? Voracidade lucrativa? Não. O preço subiu porque faltou matéria-prima.
Do diálogo com especialista no setor, recebi a informação de que a produção de raízes tinha caído 35%, no Agreste alagoano.
Com menos matéria-prima no mercado, há menos farinha empacotada. Consequência: o preço sofreria algum reajuste.
Outra explicação para a decolagem dos preços é o fato de a matéria-prima local ser vendida aos 'forasteiros' atravessadores.
Sem incentivo, em nosso território, para transformação da planta em farinha, há clara opção pela venda da planta in natura.
Que acontece? A raiz comprada por sergipanos e pernambucanos volta ao estado com valor agregado: devidamente empacotada.
E com preço 200% acima do quilo da raiz. Eis a razão pela qual a farinha, nos supermercados, está "os olhos da cara".
No domingo, em supermercado do bairro Graciliano Ramos, depareim-e com quilo de farinha custando R$ 5,75 centavos.
Quando comecei a comer farinha, não imaginava que virasse especiaria e que sofresse tamanha elevação.
Honestamente!
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Segunda-feira, 01/4/2013
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12h30 |
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Espertalhão queria furar fila para comprar dois ovos de páscoa
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CONSIDERAÇÕES SOBRE O ATENDIMENTO NEM SEMPRE EFICIENTE E A ESPERTEZA DA CLIENTELA |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Domingo, 19h30. Quase nenhum movimento na Via Expressa.
Desloco-me ao Shopping Pátio Maceió, na região do Tabuleiro do Martins.
Objetivo: adquirir os produtos incluídos na listinha de compras.
Às 19h40, já estou circulando entre as prateleiras do GBarbosa.
Precisei de 40 minutos para verificar preços e escolher os produtos.
Tinha mais de 15 itens. Não entrei na file de 'pequenas compras'.
'Embarquei', então, na fila das 'grandes compras'.
Tive sorte. Havia apenas quatro clientes na minha frente.
Daqueles, dois estavam com carinho recheados de produtos diversos.
Aparece, então, uma jovem bem trajada com um pacote de confeitos.
Sem cerimônia, pede a permissão para furar a fila.
Consegue. Cinco minutos depois, paga e 'pega o beco' (vai-se).
Dialogo com um casal de amigos que fazia a feira também.
Aí, aparece um rapazote sadio com visual moderno demais.
Também sem cerimônica, chama-me de irmão e pede...
... permissão para furar a fila. Diz estar com um pouco de pressa.
Que queria comprar? Dois ovos de páscoa na promoção.
Olho para trás. Vejo uma senhora com um pacote de carne.
Isso mesmo! Um pacote apenas. Não pediu para furar a fila.
Aí, utilizei-me da gentileza e neguei pemissão jovem esperto.
Educado, pediu desculpas. Foi para o início da fila 'gigantesca'.
Minutos depois, perdeu paciência. Abandonou as compras.
"Pegou o beco". Saiu do estabelecimento sem seus ovos.
Queria levar vantagem. Ignorava os princípios democráticos.
Pensei, neste caso, acerca das exigências nossas de cada dia.
A gente sempre quer ter nossos direitos respeitados.
Não quer?
Por que, então, não respeita os direitos alheiros?
Por que?
Tem mais: por que nem todos os caixas estavam abertos?
Se estivessem, o esperto teria feito compras com rapidez.
Não teria pensado em levar vantagem sobre os semelhantes.
E segue o baile na capital alagoana!
Estou no Twitter: @maikelmarques |
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E o pior, caro blogueiro, é que essa situação está virando regra. É comum, no nosso dia-a-dia, nos depararmos com situações idênticas, onde o individual tenta se sobrepor ao coletivo. |
Léo
Maceio
Autonomo
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Bom dia Maikel,
Situação como essa vivida por você, fazem parte do nosso dia a dia. Estou cansada de vivenciar isso em bancos, supermercados, bares, clínicas e etc.
Além de falta de respeito, é tb falta de educação. Infelizmente isso é uma cultura que faz parte do nosso país. É difícil admitir, mas somos mal educados.Isso vem desde o descobrimento do Brasil. Talvez se tivessemos sidos colonizados por americamos ou ingleses nossa realidade seria bem diferente. Eles podem ter muitos defeitos, mas educação e respeito ao próximo eles tem de sobra. |
Cristhiana Carvalho
Maceió, Alagoas, Brasil
agente de viagens
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Segunda-feira, 25/3/2013
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12h30 |
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Lanchonete de Maceió vende coxinha que pesa 700 gramas
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SUPER IGUARIA ESTÁ À DISPOPSIÇÃO DOS COMILÕES EM ESTABELECIMENTO DO BAIRRO DO TABULEIRO DO MARTINS |
Imagem / Maikel Marques |
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Vai encarar? Coxinha pesa 700 gramas em lanchonete do Tabuleiro |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Não sou assíduo frequentador de lanchonetes - sejam simples ou requintadas, na parte baixa da cidade - mas costumo visitá-las na parte alta da capital, principalmente na Serraria ou no Tabuleiro.
Ontem à noite, por exemplo, deparei-me com a lanchonete Lelé da Fruta, no Tabuleiro do Martins, periferia da capital, pertinho da Bomba do Gonzaga (nome de antigo posto revendedor de combustíveis).
Além da grata surpresa para com a qualidade dos alimentos ali comercializados, deparei-me com uma iguaria gigantesca: coxinha de 700 gramas sendo comercializada por R$ 8,50 reais.
Fiz opção por alimentação menos "pesada" (refiro-me aos quilogramas, não à quantidade de gorduras, etc) e não tive coragem de degustar a super coxinha, ou melhor, a coxona de quase um quilo.
Estou no Twitter: @maikelmarques |
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Isso aí é coxinha de avestruz!!!!!!!!! |
andrei costa
salvador
jornalista
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Essa lanchoneé muito boa. Os preços são bem interessantes, assim como, os sabores dos salgados. |
Eduardo Cardeal
Maceió
Radialista
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Segunda-feira, 18/3/2013
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14h46 |
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Supermercado incentiva embalagem de alimentos em caixas de papelão
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FILIAL DA REDE UNICOMPRA SORTEIA BICICLETA ENTRE CLIENTES QUE 'ABANDONAREM' SACOLAS PLÁTICAS |
Imagem / Maikel Marques |
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Mote da campanha:"Use caixa de papelão. Preserve o meio ambiente!" |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
A filial da rede Unicompra do bairro do Farol, em Maceió, adotou procedimento simples e que contribui para a preservação do meio ambiente: incentivar a embalagem de compras em caixas de papelão.
Percebemos - eu e a Carla Loureiro - a possibilidade de não usar sacolas plásticas quando o assistente de caixa se preparava para embalar os gêneros alimentícios que tínhamos adquirido alguns minutos atrás.
"Use caixa de papelão! O meio ambiente agradece!". Eis a frase afixada num cartaz em frente ao depósito dentro do qual havia centenas de caixas de papelão vazias. Resolvi aderir à sugestão da empresa.
Devolvi duas sacolas e solicitei que as compras fossem acondicionadas em caixas de papelão. Ao invés de com quatro ou seis sacolas, passei a me preocupar com apenas duas caixas de porte médio.
Antes do transporte dos pacotes à mala do possante, pausa para o preenchimento de dois cupons através do qual posso ganhar uma potente bicicleta, caso tenha muita, muita sorte no dia 23 próximo.
Confesso-lhes: o transporte do alimento à cozinha, em apenas duas embalagens, foi muito mais fácil. As duas caixas, aliás, estão guardadas e serão úteis para outros compras ao longo do mês.
Gostei da iniciativa, honestamente.
Se houver procedimento semelhante em outros estabelecimentos, avisem ao Blog. Será um prazer noticiar a boa prática.
Estou no Twitter: @maikelmarques
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Acho que você está sendo ingênuo! Por onde transitaram estas caixas? como foram armazenadas?qual a incidência de ratos e outros insetos no depósito? Dão a caixa para você armazenar e transportar alimentos(imagino que vá ingeri-los), livrando-se de 2 custos: o da sacolinha e de se desfazer do lixo. Só uma perguntinha:O valor da compra baixou em função da embalagem?
Não entenda como agressão e sim como alerta!!
Abraços |
andre lima
piracicaba-sp
estudante
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Segunda-feira, 18/2/2013
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09h32 |
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Previsões de 'tucano' cientista político sobre o canal do sertão
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EM ENTREVISTA À EDUCATIVA FM, EDUARDO MAGALHÃES DIZ ACREDITAR QUE, NO FUTURO, OBRA CHEGARÁ EM MACEIÓ |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Ouvi, hoje, em entrevista à Educativa FM, o cientista político Eduardo Magalhães dizer que o Canal do Sertão chegará em Maceió.
Integrante do time que administra Alagoas há seis anos, o cientista não soube dizer - é claro! - quando é que isso de fato acontecerá.
Os 65 quilômetros da obra já estão prontos. O líquido captado no São Francisco já beneficia alguns moradores daquela região.
Mês que vem, o time palaciano recebe a presidenta Dilma Roussef para inauguração desta primeira etapa da construção.
Atentemos para a seguinte situação: no futuro, haverá cobrança pelo uso da água. Até porque não existe almoço grátis.
Existe?
Complemento: o canal estará concluído quando chegar a Arapiraca, distante 152 km de Delmiro Gouveia (origem da obra).
Até Maceió, serão mais 123 quilômetros. Ou seja: chegará daqui a....
Estou no Twitter: @maikelmarques |
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Tem mesmo. Quando o Ibis for campeao Brasileiro, quando galinha criar dente, quando alagoas deixar de ter politico ladrão ai sim pode ser.KKKK |
alagoano
alagoas
deputado
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E tome estádio para a copa do mundo, e tome estrutura para a copa do mundo e tome corrupção para a copa do mundo e tome povo de merda que não acorda e tampouco enxerga. Aí é que o sertanejo é um forte!!!!!! Coitado convenceram-no disso e ele, tem orgulho, não vê que é tratado como um tonto de 5a categoria. Seria de bom arbitrio pegar todos estes governantes, senta-los ao sol do meio dia lá no semi-árido nordestino, talvez cozinhando o que têm no lugar do cérebro o esterco seria de melhor proveito |
andre lima
sorocaba - sp
estudante
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Quarta-feira, 13/2/2013
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15h31 |
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Joias de valor ainda são garantia de empréstimos bancários em Alagoas
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SETOR DE PENHOR DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL MOVIMENTOU R$ 2 MILHÕES; INADIMPLÊNCIA DE 7,5% |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
A reportagem sobre o serviço de penhor (quando se toma dinheiro emprestado dando como garantia um objeto de valor) foi publicada na versão impressa da Gazeta de Alagoas de domingo, mas só hoje o registro de pontos que considero relevantes para os leitores deste veículo digital.
1) R$ 2 milhões de reais foi o que a Caixa emprestou, em 2012, aos alagoanos que recorrerram à referida modalidade de empréstimo.
2) O volume (R$ 2 milhões) registrados pelo banco esatal em 2012 foram 15% superiores aos empréstimos concedidos em 2011.
3) A Caixa Econômica avalia o grama do ouro em R$ 60,00 reais (pode haver pequena variação para mais ou para menos).
4) Na agência do Farol, mais de 1000 buscaram informações ou fecharam negócios no setor de Penhor, em janeiro.
5) A inadimplência é considerada baixa: R$ 7,5%. Provável explicação: a redução das taxas de juros bancários em todo o país.
No texto editado pelo Carlos Nealdo, trago informações de dois especialistas: um experiente ourives e um economista.
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A reportagem está publicada no caderno de Economia da Gazeta, edição de domingo. Se tiver curiosidade, acesse o exemplar de algum assinante.
Estou no Twitter: @maikelmarques
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Segunda-feira, 10/12/2012
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18h20 |
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Leitor sertanejo flagra faminto bovino comendo a palma alheia
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CENA REGISTRADA NO MUNICÍPIO DE BATALHA, CAPITAL DA BACIA LEITEIRA CUJA ECONOMIA ESTÁ ENFRAQUECIDA |
Imagem / Carlos 'Padeirinho" Rocha Rodrigues |
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Faminto, animal estica pescoço para matar a fome, em Batalha |
Maikel Marques maikelmarques@uol.com.br
Carlos Alberto Rocha Rodrigues, o "Padeirinho", é outro leitor do Blog que registrou, hoje, em Batalha, cena incomum: bovino que tinha fugido foi surpreendido pelo proprietário comendo a palma forrageira alheia.
Explicou-me o seguinte: "Passava pela porta do estádio municipal quando observei o animal esticando o pescoço para comer a palma que estava na corroceria de caminhão parado à margem da rodovia AL 220".
A imagem contrasta com a registrada pelo Wadson Correia, que flagrou urubus degutando o que sobrou de faminto bovino, mas também evidenciam a luta pela sobrevivência animal na região do semi-árido.
Ao espiar a imagem, enviada por meio do potente telefone do Padeirinho, questionei-me: por que o animal não tem direito à ingestão de alimento fornecido pelas autoridades que administram nossos recursos?
Minutos depois do flagra, o leitor fotógrafo testemunhou o resgate do bicho, reconduzido ao cercado de onde não deveria ter saído, embora precise conviver a escassez de água e alimentação adequada.
Não preciso nem lembrar que a economia batalhense ficou mais enfraquecida com a falência da Cooperativa Agropecuária de Major Izidoro (Camila), preciso? Não, estimado leitores. Eu não preciso.
Estou no Twitter: @maikelmarques
Banquete macabro à beira da rodovia federal BR 316
Agricultor fatia mandacaru para alimentar seus bovinos |
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Diretório vazio!
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Maikel Marques
É jornalista formado (MTB/AL 652) pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Exerceu a Chefia de Reportagem da Gazeta de Alagoas (Sucursal Arapiraca), entre 2000 e 2008. Esteve Editor Executivo de Cidades, em Maceió, entre 2008 e 2010. Atualmente, é repórter de Cidades e autor da coluna Integração, veiculada na mesma Gazeta. Apaixonado por fotografia e por comunicação digital, mantém o blog atualizado desde 2006. É vencedor do Prêmio Banco do Brasil/Petrobras de Jornalismo (2005). Esteve assessor de imprensa da Corregedoria Geral do Judiciário alagoano no biênio 2009/2010. Atualmente, está assessor de imprensa da Presidência do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
marques.jornalista@gmail.com
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Fernando Lopes
Designer gráfico em Arapiraca (Agreste), assina a concepção visual da nova versão deste blog.
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Cheops Malta
Desenvolvedor WEB em Santana do Ipanema (Sertão), é responsável pelo sistema de publicação de informações e imagens.
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